30.11.09

Voto

Que não morram as letras
Desta carta. Sozinha
Nem a loucura fique.
Poemas africanos
Em cantos e batuques
Ressoem na brilhante
Estrela dos nossos beijos,
Constituintes flores.
Que não saibam o nome
Dos extintos amores.


4 comentários:

Rui Miguel Félix disse...

Não morrerá o voto, nem com ele a música, que para sempre, tal como as flores, perdurará!

Abraço!

Rui Miguel Félix disse...

"...se quiséssemos transformar os quatro pontos cardeais geográficos de Angola nos quatro pontos cardeais da sua arte, colocaríamos ao Norte uma escultura antropomorfa, no Sul um adorno de pele de boi, no Leste um pote de cerâmica, e no Oeste uma escultura de antílope"

Redinha, 1973

Outro abraço!

Paulo Feitais disse...

Um voto que vai para lá da esperança.
E letras acesas não morrem, talvez porque não precisaram de nascer.
A eternidade é fugaz, mas é a eternidade!

:)

Abraço!

soantes disse...

Obrigado! Bom Ano