30.6.09

O Tempo das Amoras


Filhas de silvas de S. Martinho do Porto

7 comentários:

Sereia* disse...

Querida Anita,

Mas que bela fotografia.
Faz-me lembrar a minha infância, sabes?
Com amigos, iamos apanhar amoras, picar-nos nas silvas, cair na terra. Que maravilha!!!

Espero que estejas bem. Que esteja tudo bem. Tenho estado longe destas ilhas, destas paragens. Estou de volta.

Deixo beijinhos de saudades*

Maria Ana Silva disse...

Olá Sereia!
A mim também me faz lembrar a infância... e doce de amoras. :)

Obrigada, para ti também, o melhor.

Até breve...

*Beijinhos*

Paulo Feitais disse...

Oi!
A terra da minha mãe fica nessa região.
E a minha infância está povoada de amoras. Têm um sabor muito especial essas amoras selvagens, têm um travo em que se confundem todos os aromas da flora local.
E a sua doçura é imaculada.
Beijo

Maria Ana Silva disse...

Paulo, como se chama a terra?
A fruta 'roubada', inocentemente, à natureza, sem ter de se pagar, sabe tão bem! :P

Rui Miguel Félix disse...

... e já lá diz o chavão... "quem rouba para comer, não merece castigo"... e as nêsperas e as laranjas da quinta do Tocaínha ainda hoje são frutos das escapadas ao ribeiro perto da escola, à fresca, molhando as mãos e pintado de nódoas as camisolas! Depois? Depois já se depreende... a chegada a casa e a mãe de mão no ar, a ralhar! :)

Beijos e abraços!

Paulo Feitais disse...

Benedita (a sede da freguesia).
Entre as Caldas e Alcobaça.
A terra da minha mãe chama-se Bairro da Figueira.
:)

Maria Ana Silva disse...

Bendita Benedita, belo nome de terra.