24.1.09

Padrão... Invisível



«As coisas visíveis são passageiras;
as invisíveis são eternas.»
S. Paulo (2 Cor 4, 17-18)

«O sonho é ver as formas invisíveis
Da distância imprecisa, e, com sensíveis
Movimentos da esp'rança e da vontade,
Buscar na linha fria do horizonte
A árvore, a praia, a flor, a ave, a fonte —
Os beijos merecidos da Verdade»
Fernando Pessoa, Horizonte

2 comentários:

Paulo Feitais disse...

Navegar não é preciso!
Nauta do sonho
sonhadora da navegação sem aquém
além do sonho
brilha
o que sonhado de múltiplas formas
não se deixa apreender
nem prender
nem sonhar até ao fim.

Como vês a tua alma marinheira é reconhecida por outras almas navegantes (estou atento às águas de onde me retiro).

beijo!

Anita Silva disse...

Paulo,

(Navegar) Não é preciso? Certo é que ninguém escapa, ao ter partido de um Porto a que ainda não voltou.

Retiras-te? Mas como é retirar-se do que se é (das águas)? :)

Beijão*